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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Computerworld: Google Chrome não é páreo para o Safari no Mac

Na renderização de códigos JavaScript, navegador da Apple bate a versão beta para Mac do da Google em 12%. Todavia, o Chrome é 10 vezes mais rápido que o Opera.

“O novo beta do navegador Chrome da Google Inc. para o Mac é quase duas vezes mais rápido que o Firefox, da Mozilla Corp., mas não foi páreo para o Safari da Apple nos testes de velocidade”, diz Gregg Keizer no site da revista Computerworld.

“De acordo com testes desempenhados pela Computerworld, o Chrome beta, que a Goole lançou ontem, é o segundo mais rápido dos quatro navegadores para Mac testados. O Chrome renderizou JavaScript 10 vezes mais rápido que o Opera 10.10 e quase o dobro mais rápido que o Firefox 3.6 beta 4, versão mais recente do navegador de código aberto para Mac da Mozilla”, conta Keizer.

“Mas o Chrome não conseguiu se equiparar ao Safari 4.0.4 em velocidade: o navegador da Apple é aproximadamente 12% mais rápido que o beta da Google”, relata Keizer.

Leia mais no artigo completo de Keizer.

O Safari para Mac e Windows pode ser baixado gratuitamente nesta página do site da Apple.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DNS Público do Google

Novidade do dia! O Google acaba de lançar um serviço de DNS público e gratuito. o Google Public DNS. Este projeto é um sistema de nomes de domínio global e livre, que você poderá utilizar como uma alternativa para seu atual provedor de DNS. Por sinal, os DNSs públicos do Google são muito fáceis de decorar. O DNS Primário possui o endereço de IP 8.8.8.8, e o DNS Secundário, 8.8.4.4.

O Google garante que, utilizando seu serviço de DNS público, você terá uma experiência de navegação muito maior, aumentará sua segurança durante o uso da
Internet, além de conseguir os resultados que você espera sem ocorrer nenhum redirecionamento. Resumindo: esse serviço do Google promete!

O protocolo DNS é uma parte importante da infra-estrutura da Web, e funciona como um catálogo de telefones. Para você encontrar o telefone de uma pessoa, você procura por seu nome no catálogo. O mesmo acontece com os servidores DNS. Toda vez que você visita uma página na Internet, seu computador efetua uma consulta ao servidor de DNS para saber onde está o seu site favorito, pelo IP encontrado. Muitas páginas são complexas a ponto de necessitarem de múltiplas verificações de DNS, antes mesmo que ela possa ser carregada para você em seu navegador preferido. Em um dia de navegação, centenas (ou até mesmo milhares) de verificações são efetuadas pelo seu navegador.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Microsoft: updates de novembro não são causa da 'tela preta da morte'

A Microsoft disse na terça-feira que as investigações que levou a cabo mostraram que não haviam evidências que o update de segurança de novembro estaria causando as chamadas ‘telas negras da morte’.

“A Microsoft investigou os relatórios que davam conta de que os updates de segurança de Novembro fizeram mudanças no sistema de permissão do registo e que isso estava causando ‘telas pretas da morte’ para alguns usuários,” disse em um comunicado de imprensa o chefe de comunicação da Microsoft, Christopher Budd.

“A compaanhia descobriu que os relatórios são imprecisos e as nossas investigações minuciosas mostraram que nenhum dos updates recentemente lançados estariam relacionados com o comportamento descrito nos relatórios.”

A Microsoft disse que a firma britânica Prevx não lhe contatou antes de publicar as alegações patentes nos relatórios. A Microsoft disse ainda que contatou a Prevx e mostrara-lhe as conclusões das suas investigações.

Na segunda-feira a companhia dissera que haveria de verificar a questão, entretanto, a seguir divulgou um comunicado dizendo que a culpa não era dela e que o assunto estava encerrado.

“O nosso serviço de suporte também não está a ver isso como um problema,” disse Budd na terça-feira.

“Estas alegações não jogam com nenhuma questão patente nos boletins de segurança ou nossos artigos.”

Windows 7 segura posição da Microsoft; Mac X da Apple escorrega

O Windows manteve os seus 92% do mercado graças ao rápido crescimento do Windows 7, que conseguiu colmatar as quedas recordes do Windows XP e Vista, em um contexto em que até o sistema operativo Mac X da Apple caiu. Estas conclusões basearam-se em números da firma de pesquisa de mercado, Net Application.

Segundo a Net Applications, o Mac X da Apple terminou o mês de Novembro com 5.2% do mercado, uma queda de 0.16%, comparativemente com o mês anterior. Esta foi a maior queda desde Fevereiro de 2009.

Segundo ainda os dados da Net Application, os ganhos do Windows 7 no princípio de Novembro aconteceram às custas do Windows XP. Por cada cópia de Vista substituída pelo Windows 7 durante o mês de Novembro, mais de 6 cópias de XP foram substituídas pelo novo sistema operativo.

Entretanto, a porção de mercado do sistema operativo da Apple, o Mac X, perdeu terreno durante o mês de Novembro.

Contudo, a capacidade da Microsoft de manter a sua porção de mercado face a queda das edições anteriores do seu sistema operativo, foi o que constituiu a grande novidade nos dados da Net Aplications. Embora o Windows XP tenha perdido 1.45% , terminando o mês de Novembro com 69% do mercado, o Vista tenha caído 0.2% para 18.6%, o Windows manteve a sua porção total de 92.5% do mercado de sistema operativo. Este valor foi igual ao verificado em Novembro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Chrome OS e Android, dois sistemas que um dia poderão ser um só

Uma declaração de Sergey Brin logo após o encerramento do anúncio de quinta-feira (19/11) sugere que uma união pode estar a caminho.

Tem sido difícil para o Google explicar o aparente conflito entre o Chrome OS e o Android.

Ao dizer que o Chrome é feito para a internet e o Android é para dispositivos, a empresa espera que os usuários realmente acreditem na diferença entre os dois.

Mas isso não acontece - e o Google sabe disso. É algo que apenas o cofundador Sergey Brin pode explicar.

Neste caso, ou trata-se de uma inversão da história do imperador - que, no caso, é o único a ver as novas roupas de seus súditos -, ou essa separação de fato não faz sentido.

Logo depois do anúncio de quinta-feira (19/11) do Chrome OS, Brin disse aos jornalistas, de modo informal, que os dois sistemas operacionais podiam "convergir em algum momento no futuro", mas não deu nenhuma data específica.

Naquele momento, seus comentários não pareceram importante e foram brevemente perdidos por causa da excitação causada pelo novo sistema. Hoje, contudo, as pessoas que o ouviram perceberam que Brin tinha realmente dito algo importante. E que faz desmoronar todo o conceito por trás do Chrome OS.

Herança comum
Brin apontou o sistema operacional Linux e o projeto de motor de navegador Webkit como heranças comuns dos navegadores dos dois sistemas, e para dar um exemplo das forças que aproximam o Android e o Chrome OS.

Durante a apresentação, outros executivos do Google descreveram uma "perfeita tempestade de tendências convergentes" que, de algum modo, havia levado à decisão de desenvolver dois sistemas operacionais distintos.

Será que essas tendências de convergência levarão à convergência de sistemas operacionais? Pode ser - pergunte a Sergey Brin.

Eu mesmo já me perguntei que diferença haveria entre o Android e o Chrome se ambos fossem instalados em um netbook. Não teria o Android as mesmas coisas que o Chrome tem, além de rodar aplicações Android?

Não seria isso o que os usuários realmente querem? Não seria melhor que um sistema operacional com apenas um navegador e que exija sempre uma conexão à web para usar aplicações?

Separados
É fácil entender por que o Google quer manter o Chrome OS e o Android separados em nossas mentes. O Chrome OS parece revolucionário, embora pareça ter sido trazido de eras anteriores. O Android, em comparação, é a evolução de algo que já existe.

Na verdade, o Chrome OS é um subconjunto do Android, Windows, Mac OS e Linux. É o novo Lite OS, mais rápido e mais magro.

No entanto, misture o Chrome e o Android e vocè acabará com o Android.

Será difícil para o Google evitar que as pessoas notem a boa ideia que isso é - e uma ideia que, de certa forma, também acaba com a visão de um Chrome OS feito para funcionar em micros isolados da web.

(David Coursey)