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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

[Avaliação] Primeiras impressões sobre o Google Chrome OS

Quando anunciado, o Google Chrome OS já foi aclamado por alguns como um Windows Killer. “Te cuida Microsoft”, disseram alguns. Na prática, os sistemas operacionais “com a cabeça nas nuvens” não são a solução definitiva – sou da turma que gosta de manter os arquivos no HD.

Mesmo assim resolvi dar uma olhada no Chrome OS. Esta é a primeira olhadela, outras virão.

Antes de mais nada, gostaria de esclarecer que a experiência foi realizada com o Chorme OS virtualizado no VirtualBOX – dentro do Ubuntu. As dicas seguidas para a virtualização são do
TechCrunch.

Agora, vamos à tela inicial.

Como se vê, o Chrome OS, re-edita a tela azul (risos), num tom bem mais ameno. É a tela azul-quase-bebê. Nela, inserimos nosso nome de usuário e senha de uma conta no Google (vale Gmail ou Orkut). A senha será importante para as funcionalidades do programa.


Na imagem acima, os atalhos para aplicações presentes no Chrome OS. A maioria delas, serviços online do Google (claro). Outros atalhos levam para aplicações fora da internet. Ao clicar em algum dos atalhos o Chrome OS abre uma aba nova com o serviço acessado. Mesmo virtualizado, o desempenho do sistema operacional é muito bom, rápido e clean.


Minha impressão é de que é um Chrome (navegador) com capacidade de sistema operacional. Permanecem, porém, algumas dúvidas. Como fica a criação de documentos? Ele funciona sem internet? E tarefas comuns offline, como ouvir músicas, games, vídeos, como ficam? Aguarde a próxima avaliação do Chrome OS.

Fonte: clicrbs

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Google afirma que PCs com Chrome OS vão iniciar em sete segundos

O Google afirmou nesta segunda-feira (23), durante uma amostra pública do Chrome OS (sistema operacional da empresa), que a novidade está sendo projetada para inicializar computadores com uma velocidade bem maior do que as praticadas pelos sistemas atuais, como Windows e Mac OS/X. De acordo com o site International Business Times, a ação pode demorar apenas sete segundos.

Segundo o site, o software baseado em Linux se mantém fiel às origens, assemelhando-se mais ao Chrome como navegador da web do que a um sistema tradicional. A diferença é que ele direciona os usuários diretamente à internet – onde se pode acessar aplicativos e, claro, ver anúncios do Google.

De acordo com a declaração em entrevista coletiva do presidente de administração de produtos da divisão Chrome OS do Google, Sundar Pichai, "a partir do momento que você iniciar o computador, será como ligar uma televisão. Você aperta um botão e está na web usando seus aplicativos".

O sistema operacional deve estar disponível no final de 2010 em netbooks de baixo custo. No entanto, apenas os hardwares que atendam às especificações do Google poderão rodar o programa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Google lança nova linguagem de programação

O Google está lançando uma nova linguagem de programação. Batizada de "Go" e lembrando fortemente a linguagem de programação C (com pitadas de Python e outras linguagens), ela foi projetada para facilitar o desenvolvimento de software, incentivar a reutilização de código e ter alto desempenho durante a compilação e execução.

Em um FAQ no site oficial do projeto (golang.org) a empresa detalha as origens e objetivos da linguagem, bem como apresenta seus principais recursos. Para os programadores, o site tem tutoriais e uma palestra em vídeo com uma hora de duração, além de um documento que explica as diferenças entre Go e C++, para ajudar os desenvolvedores experientes a se adaptar à nova linguagem.

Compiladores Go estão disponíveis para Linux e Mac OS X (não há sinal de uma versão Windows) e geram código para três plataformas: AMD64 (processadores x86 de 64 Bits), 386 (processadores x86 de 32 Bits) e ARM (ainda em desenvolvimento), útil para desenvolvimento de programas para smartphones Android. Também há uma lista de discussão, batizada de Go Nuts!.

Curiosamente o Google ainda não utiliza a Go em seus projetos internos, já que não considera a linguagem "madura o suficiente". Entretanto, reconhece que a linguagem foi feita sob medida para escrever o tipo de software que o Google usa em seus servidores.